Entrevista

Cláudia Abrantes uma apaixonada por ilustração

"O gosto pela fotografia é uma paixão que herdei do meu pai"

Natural de Lisboa e mãe de 2 filhos, Cláudia Abrantes, de 39 anos, venceu a 10ª edição  do Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce, na fase de ilustração, para “O Livro que não  sabia o que queria ser”, da autoria de Márcio Martins, que vai ser editado em Novembro. 

Formada em design de comunicação pelo IADE e fotografia pela Ar.co, Cláudia Abrantes,  tem como hobby a ilustração infantil, que confessa ser a sua preferida. 

Quisemos saber um pouco mais sobre a artista e a sua preferência pela área de fotografia, ilustração e perspetivas futuras… 

Como surgiu o desejo de se candidatar ao Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce? 

Conhecia algumas das edições anteriores e candidatar-me seria uma oportunidade de fazer algo  com as minhas ilustrações e ver realizado o desejo de ter um livro ilustrado publicado. 

O seu gosto pela fotografia e ilustração, têm alguma influência familiar? 

O gosto pela fotografia é uma paixão que herdei do meu pai; o desenho e ilustração eram  presenças constantes nos livros de casa que me despertaram curiosidade desde cedo. 

Ficou surpresa pela decisão do júri. Foi especial para si este prémio? 

É sempre uma boa surpresa quando se ganha concursos e este, em especial, pela dimensão e  pelo júri deu-me um gosto especial e confiança no meu trabalho. 

Qual a sensação de ter um trabalho seu publicado, em Novembro? 

Era uma vontade antiga que se podia realizar da forma mais desafiante e satisfatória que podia  imaginar. 

Qual a reação dos seus filhos aos seus desenhos e a este prémio? 

Eles acompanharam o trabalho e foram uma espécie de júri durante todo o processo, sem nunca saberem que era para um livro. 

Escolheram os seus preferidos, deram as suas opiniões e ideias. 

“Daí ter misturado extraterrestres e dinossauros, criando um mundo fantástico”. Com  base na sua citação, como seria para si esse mundo fantástico? 

A história de Márcio Martins presta-se a uma mistura de personagens que não vemos facilmente e  isso é para mim a magia de um mundo fantástico.

E a partir desta etapa? Algo de novo planeado? Novos projetos?

O plano é continuar a ilustrar e a aprender cada vez mais.

Fotos: Paula Alveno

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