Entre 1 e 5 de julho, a Aldeia das Fontes volta a abrir as portas ao Nascentes, um encontro que se faz devagar, com as mãos e o coração de quem o imagina e de quem o vive. Aqui, a arte nasce da proximidade: das casas que se tornam palco, dos jardins que acolhem escuta, das pessoas que transformam cada espaço num lugar de encontro.
A edição de 2026 reafirma o festival como um território de partilha, criação coletiva e descoberta, onde tradição, improvisação, eletrónica, jazz, psicadelismo e música ritual se cruzam num percurso sensorial e emocional.
A arte nasce da proximidade




Entre momentos de contemplação e explosões rítmicas, o cartaz reúne vozes e geografias diversas: — BITOI e Dasom Baek, em diálogos subtis entre memória e experimentação. — Elektro Hafiz, INDUS e MADMADMAD, a pulsar energia dançável e mutante. — PLAKA e Vipertime, onde a improvisação se torna linguagem viva. — Sunflowers, La Familia Gitana, WaqWaq Kingdom, ZA! e Conjunto Contratempo, a incendiar as noites com identidade, intensidade e celebração.
Noites com identidade, intensidade e celebração




O espírito colaborativo do Nascentes regressa também nas residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho tecido entre território e comunidade.
Espírito colaborativo do Nascentes




Para além dos concertos, o festival estende-se a passeios sonoros, oficinas, discos, petiscos e momentos de criação partilhada, afirmando-se como um lugar onde é possível parar, experimentar e estar — juntos.
O Nascentes nasce da consciência de que somos frágeis e interdependentes. É nessa vulnerabilidade que encontramos força, cuidado e criação. Entre 1 e 5 de julho, voltamos a encontrar-nos nas Fontes.



