Entre 18 e 20 de setembro, o Castelo de Leiria volta a abrir-se ao ÁGORA, numa edição que troca a lógica da defesa pela delicadeza do encontro.

Durante três dias, música, performance, instalações e oficinas desenham uma experiência íntima, feita de escuta, contemplação e suspensão — um convite a habitar as muralhas como espaço vivo, sensível e partilhado.



O programa reúne vozes e universos que atravessam tradições, espiritualidades e experimentações: de Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou à imersão de Israa Shalaby, da harpa etérea de Margaret Hermant ao adeus dos PAUS, passando pelo duo Rita Silva & Mbye Ebrima, o hipnotismo percussivo de Manto Azul e a obra mā tmutish de el djinn, construída sobre memória e resistência palestiniana.



O ÁGORA começa com um gesto simples e luminoso: Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo, onde cada pessoa traz algo para a mesa comum — porque comer juntos também é construir juntos.
Entre luz e sombra, inquietação e esperança, o ÁGORA lembra-nos que a cultura pode ser ponte, cuidado e futuro. Um lugar onde a escuta vence o ruído e onde imaginar é, também, uma forma de cura.



