Quando Roma Sangra, a História Respira
O assassinato de César desencadeia a vertigem que há‑de transformar a República num império — entre alianças frágeis, amores incendiários e a luta implacável pelo poder.
Há livros que nascem de uma vida inteira a observar a condição humana — e In Nomine Caesar é um deles.
José Henrique Santos, psicólogo clínico e forense habituado a ouvir o que dói e a decifrar o que move, mergulha na História para reencontrar, nas sombras de Roma, os mesmos impulsos que reconhece no presente: poder, lealdade, medo, ambição, fragilidade.
Fascinado pelos Clássicos e pelas línguas que moldaram a Europa — para ele, todas filhas do Latim ou do Alemão — José Henrique Santos Santos escreve como quem escuta séculos. A sua experiência hospitalar e a missão constante de compreender o outro atravessam cada diálogo, cada dilema moral, cada queda e cada triunfo. O resultado é um romance histórico de fôlego, intenso e profundamente humano, que devolve ao leitor a vertigem de um tempo em que a História se decidia à espada… e ao silêncio.

Um romance que devolve Roma ao pulso vivo da História. Em In Nomine Caesar, José Henrique Santos, revisita o mais célebre atentado político da Antiguidade para revelar, nas fissuras do poder, aquilo que permanece igual em nós. O confronto entre Cícero e Bruto, o sangue ainda fresco de César no Senado, a República à beira do abismo e o ascenso feroz de Octávio compõem um fresco narrativo onde ambição, lealdade, medo e desejo se entrelaçam com a precisão de um olhar clínico e a sensibilidade de um humanista.



