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18 Buracos para o Paraíso: três mulheres num Alentejo à beira do fim

Um retrato íntimo e ardente sobre desigualdade, pertença e um território que arde por dentro e por fora.

Num Alentejo seco até ao osso, onde a terra racha e o futuro se estreita, três mulheres — Margarida Marinho, Beatriz Batarda e Rita Cabaço — veem as suas vidas cruzarem‑se numa herdade prestes a desaparecer.

18 Buracos para o Paraíso, o novo filme de João Nuno Pinto, chega às salas a 11 de junho com audiodescrição e legendas descritivas, afirmando um compromisso claro com a inclusão cultural.


18 Buracos para o Paraíso | Trailer Oficial

Entre a venda iminente da propriedade, tensões familiares antigas e um incêndio que cerca a região, o filme expõe feridas sociais, afetivas e geracionais.

Contado a partir de três perspetivas femininas, revela um país onde a crise ambiental já não é aviso — é quotidiano. Primeira produção portuguesa certificada com o selo Green Film, a obra ergue um retrato íntimo sobre pertença, poder e a fragilidade dos vínculos humanos num território à beira do colapso.

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